domingo, 9 de outubro de 2011

As Reformas da Educação Profissional de 1942 até os dias atuais.

Neste quadro pretendemos fazer uma pequena exemplificação do contexto histórico da Educação de Jovens e Adultos no Brasil. Os principais avanços na Educação até os tempos atuais.

Disciplina: Fundamentos Sociológicos e Filosóficos da Educação Profissional
Professor: Antonio Henrique
Tarefa 01: Quadro comparativo das reformas educacionais
Alunas: Jeanny, Luciana, Márcia, Margareth e Sandra Helena

Análise conceitual
Reforma Capenama 1942
Reforma 5.692 / 1971
Decreto 2.208/1998
Decreto 5.154/2004

Contexto Histórico Brasileiro quando da implantação desta Reforma

Na década de 40, o  Brasil passava por um processo de transição de uma economia agrária para uma economia industrial. Esta reforma foi implantada sob a ditadura conhecida como “Estado Novo”

Regime Militar imperava no Brasil e vivenciávamos o “milagre econômico”.  Destaca-se a crise mundial do petróleo em 1974. Logo após o Brasil passou por um período de pouco ou nenhum desenvolvimento e baixo crescimento. Um total estagnação. Nas grandes cidades vivia-se o crescimento desordenado, pois as pessoas migravam do interior para as capitais.

O Brasil é reconhecido como uma nação com grande expressão superestrutural, e por sua reorganização produtiva. Estamos em tempos de  globalização da economia.

A população aposta em mudanças significativas nos rumos do país com a eleição de um presidente que vinha das camadas populares, da classe dos trabalhadores. Luis Inácio Lula da Silva é o presidente do Brasil.













Papel e Função da Escola implícitos nesta Reforma em relação à formação do trabalhador

A escola servia de instrumento de legitimação da discriminação social. O trabalhador deveria saber apenas o suficiente para atender as necessidades do mercado. Sua formação domesticava a sua consciência. A elite tinha uma formação diferenciada, humanista. 

A Escola tinha a função de formar para atender a necessidade de profissionalização dos trabalhadores.
O trabalho escolar  racionalizado acarretou no despreparo físico, humano e ideológico para que se possa assumir uma tarefa com criticidade. Servia como veículo para a consolidação do Sistema Capitalista.

A escola estabelecia a separação do ensino profissional da educação geral, Seu maior objetivo era o  de capacitar o trabalhador para que se atendesse a demanda de um processo produtivo que operacionaliza várias máquinas.  Refletia uma posição Política Neoliberal,


Percebe-se tentativas de integração entre o Ensino Médio e a Educação Profissional. Movimentos pela consolidação da EJA se consolidam, e tentativas em se superar tendência que valorizam apenas a formação de mão-de-obra para o sistema produtivo em detrimento de uma formação ampliada do sujeito.


Perfil do trabalhador formado neste modelo


O trabalhador não tinha consciência do seu papel.  Sua formação era restrita, destinada às atividades de execução., sem que ele fizesse parte do todo, mas sim de partes desta frente de produção

Em sua grande maioria tinham pouca ou nenhuma escolarização, por isso era precária sua qualificação profissional.

O trabalhador passa a ter competências complexas para executar sua função, pois as sua atividades precisam de um melhor preparo técnico para serem executadas. Mas ainda temos uma escola, que forma  trabalhadores, baseada em uma educação fragmentada, alienada.
Tem uma visão mais reflexiva, Compreende um pouco mais as relações existentes no mundo do trabalho. Reconhece seu papel e exerce múltiplas funções que necessitam de conhecimentos acadêmicos.


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